quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A EVOLUÇÃO DO ENSINO


1. Ensino de matemática em 1950:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00.
Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:

( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.

Está certo?
( ) SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.

( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

7. Em 2010 vai ser assim:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.

Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00.
Se você é afrodescendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder.
( ) R$ 20,00 ( ) R$ 40,00 ( ) R$ 60,00 ( ) R$ 80,00 ( ) R$ 100,00

Contribuição do meu amigo Leôncio Mesquita.

Você concorda com isso? Deixe seu comentário.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

CURSO 'THE BOOK IS ON THE TABLE'

O Brasil sediará a Copa de 2014. Como muitos turistas de todo mundo estarão por aqui, é imprescindível o aprendizado de outros idiomas (em particular o inglês) para a melhor comunicação com eles.
Pensando em auxiliar no aprendizado, foi formulada uma solução prática e rápida!!
Chegou o sensacional e insuperável curso 'The Book is on the Table', com muitas palavras que você usará durante a Copa do Mundo de 2014.

Veja como é fácil!
a) Is we in the tape! = É nóis na fita.
b)
Tea with me that I book your face = Chá comigo que eu livro sua cara
c) I am more I = Eu sou mais eu.
d)
Do you want a good-good? = Você quer um bom-bom?
e) Not even come that it doesn't have! = Nem vem que não tem!
f) She is full of nine o'clock = Ela é cheia de nove horas.
g) I am completely bald of knowing it
. = To careca de saber.
h) Ooh! I burned my movie!
= Oh! Queimei meu filme!
i) I will wash the mare. = Vou lavar a égua.
j) Go catch little coconuts! = Vai catar coquinho!
k) If you run, the beast catches, if you stay the beast eats!
= Se correr, o bicho pega, se ficar o bicho come!
l) Before afternoon than never.. = Antes tarde do que nunca.
m) Take out the little horse from the rain = Tire o cavalinho da chuva.
n)
The cow went to the swamp. = A vaca foi pro brejo!
o) To give one of John the Armless = Dar uma de João-sem-Braço.

Gostou?

Quer ser poliglota?
Na compra do 'The Book is on the table' você ganha inteiramente grátis o incrível
'The Book is on the table - World version'!!!
Outras línguas:


CHINÊS

a) Cabelo sujo: chin-champu
b)Descalço: chin chinela
c) Top less: chin-chu-tian
d) Náufrago:
chin-chu-lancha
f) Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz


JAPONÊS

a.) Adivinhador: komosabe
b.) Bicicleta: kasimoto
c.) Fim:
saka-bo
d.) Fraco: yono komo
e.) Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha
f.) Meia volta: kasigiro
g..) Se foi: non-ta
h.) Ainda tenho sede: kiro maisagwa

OUTRAS EM INGLÊS:
a.) Banheira giratória: Tina Turner
b.) Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop
c.) Copie bem: copyright
d.) Talco para caminhar: walkie talkie


RUSSO
a.) Conjunto de árvores: boshke
b) Inseto: moshka
c.) Cão comendo donut's: Troski maska roska
d.) Piloto: simecaio patatof

e.)
Prostituta: Lewinsky
f.) Sogra: storvo


ALEMÃO
a.) Abrir a porta: destranken
b..) Bombardeio: bombascaen
c.) Chuva: gotascaen
d.) Vaso: frask

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Mais Pérolas do Seu Lunga.

Seu Lunga chega num bar e pede uma cerveja:- Moça me traga uma cerveja. Ela diz: - Seu Lunga estamos sem energia.
Ele diz: - E daí? Eu estou pedindo uma cerveja e não um choque.

Seu Lunga estava dormindo com a mulher. De repente, ela acorda gritando:- Chegaaaaa, Lunga! Tá me dando uma coisa.Ele nem pestaneja e responde:
- Pois recebe!Ela diz: - Mas é coisa ruim.
Ele diz: - Pois devolva!

Seu Lunga entra num bar, pede uma cerveja e pede que o dono do bar bote um disco de Luis Gonzaga. O dono do bar diz que infelizmente não pode botar o disco, pois o seu pai havia morrido no dia anterior.
Seu Lunga então pergunta: - E ele levou os discos?

Seu Lunga estava dentro de um ônibus quase vazio. Sobe um cara e pergunta:- Tem alguém sentado aqui?Seu Lunga então responde com toda a delicadeza- Rapaz, se tiver eu tô cego. O cara, então, pergunta de novo:- Qual é o lado do sol? Seu lunga responde:- É o lado de fora. O cara pega no ombro do seu Lunga, e diz:- Aqui que é a BR, é? Seu lunga, já afobado responde:-Não, aqui é meu ombro, a BR é aí.Muito irritado, seu Lunga desce do ônibus, um rapaz o vê pergunta:- Seu Lunga, por onde tem andado? Seu Lunga: - Pelo chão, idiota. Ainda não aprendi a voar.



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Para homenagear Carol.

Está um pouco atrasada a postagem, mas a culpa é dela mesma. A minha linda filha Caroline aniversariou dia 08 e eu queria declarar meu amor incondicional por ela e, ao mesmo tempo, homenageá-la com texto por ela mesma sobre a origem do seu nome. Como eu não havia encontrado o texto, pedi para ela, e ela, como tem muitos "afazeres", só veio me entregar hoje. Portanto, aí está um texto dela por ela, escrito para uma disciplina que ela estava cursando. Parabéns, Carol!!!!!!!!!!!!



Ana Caroline Andrade Avendaño:

A história do meu nome, história da minha família.


Como disse o autor do texto indicado em sala de aula, quando nascemos temos experiências e vivências acumuladas e equivalentes à idade das pessoas que influenciaram em nossa criação. Por esse fato, tenho muito orgulho do meu nome, da minha família.



Pra responder logo a questão a que se propõe esse texto, vou adiantar os fatos até a escolha do meu nome, depois retorno à história da minha família.


Sou a mais nova de uma prole de três: primeiro veio uma moça, depois um rapaz. Minha irmã mais velha chama-se Norma Graciela, mesmo nome da minha avó, mãe de meu pai. Meu irmão do meio, Jonathan Charles. O Jonathan, segundo minha mãe, vem do nome de um personagem de algum seriado antigo da tevê, e que hoje, ela não lembra o nome. O Charles ela também não lembra, pois agora ela está ocupada assistindo outro seriado, desta vez, no computador. Meu irmão acabou de me dizer, que sobre o nome dele, só sabe que quase chegou a ser José Atílio, nome do meu avô, pai do meu pai.


Bom, o meu nome. Meu pai, querendo realizar uma nova tentativa de perpetuar em nós sua herança el salvadorenha, propõe para meu nome, Maria Guadalupe. Uma santa, creio eu. Mamãe, com o bom senso que Deus lhe deu, nunca permitiria que sua filha fosse chamada carinhosamente de “Lupita”. Ela achava lindo Ana. Só faltava um acompanhamento, tipo feijão com arroz. Esse seria Patrícia ou Caroline. Este último com “e” mesmo, porque Carolina já tem demais. Por fim, decidiu-se por Patrícia e incubiu meu pai do solene dever de me levar ao cartório. Como muitas outras histórias, chegando lá, ele não consegue lembrar qual fora o escolhido. Decidi-se na sorte e ficou esse: Caroline. Pronto, meu nome está feito: Ana Caroline Andrade Avendaño. Mas antes mesmo de eu nascer, já estava embutido em mim, a experiência de muitas outras aventuras, romances, dificuldades, desencantos e secas.


Minha avó, Francisca da Silva Andrade (Fransquinha), era a flor mais linda do sertão, que só vendo! E realmente vi, numa foto antiga, que ela pediu-me para restaurar. Mas meu avô, Arão Andrade Filho (Arãozinho) também não saia por menos! Jovem, garboso, trabalhador, um colírio para os olhos das meninas. Essa história é de uma época na qual, segundo minha avó, as mulheres não ousavam “cantar” os homens. Nos namoros, uma lamparina entre os amantes continha os carinhos e afetos que estes ousassem provar durante descuidos do pai da moça ou das tias solteironas.


Ah, quase esqueço! Essa história se passa em Pentecoste, município do Ceará, no Vale do Rio Curu. Terra do peixe, dos coronéis, açudes, juazeiros e de pequeninas comunidades espalhadas pelo meio do mundo. A família da minha avó morava na fazenda Itaguaçu, onde hoje fica escola de agronomia da UFC.


Eles eram da mesma família. Ele era sobrinho da tia Sinhá (nessas histórias, sempre tem uma tia Sinhá), esposa do avô dela, ou seja, primos. A primeira vez que ela percebeu olhares diferentes por parte dele, foi no casamento da irmã dela, a Augusta, ou a Dedé...


Ele tinha um chamego com sua irmã Maria, mas no dia dessa festa, regada a muito aluá e desafio, algo deu errado e ele passou a desviar sua atenção para a Fransquinha. Esta, com seus dezesseis, dezessete anos, nem imaginava do se tratava tais olhares e a repentina mudança de postura: “se envolvendo, muito interessado”. Só sabia que havia algo diferente. No mesmo dia sua irmã Maria foi vê-la na cozinha, chorando zangada, que ela estava querendo tomar o namorado dela. Mas a razão do desentendimento dos dois foi que, segundo Arãozinho, quando ele foi ver Maria, ela estava engraçada com outro.


Nessa mesma noite, Fransquinha foi embora cedo da festa, à cavalo, pois apesar do seu avô gostar muito de cantoria, o que geralmente era a melhor parte, no final da festa, o véi estava meio “queimadão”. Arãozinho ajudou-a a montar no cavalo, com muito interesse, mas ela muito ingênua, nada percebia. Era coisa normal. E foi por aí que começou. A partir desse dia, sempre que ele ia à casa da tia Sinhá dispensava atenções à Fransquinha, e aos poucos foi compreendendo e correspondendo à corte.


Às vezes Arãozinho ia à Fortaleza, pois a sua parte da família havia se mudado para lá e, numa dessas vezes, ele trouxe para ela um vidro de perfume “muito bom” chamado “Desejo”. O pai de Fransquinha gostava muito de cantorias, repente, desafios. Numa festa dessas, freqüentadas pela família, na casa de um vizinho chamado “cabôco” Gomes, foi quando eles começaram a namorar mesmo. O namoro daquele tempo, nem de conversar muito era, muito menos de pegar na mão. Era só de olhares e sentimentos silenciosos, mas intensos.


Como ele era muito querido da tia Sinhá, e o avô dela também gostava muito dele - um rapaz novo, bonito, trabalhador, enfim, “só o mí” - as visitas se tornaram mais freqüentes. Ele começou a fazer umas compras por lá, pra vender em outros cantos e nessas idas e vindas o namoro foi se firmando.


Apesar da simpatia pelo moço, o avô de Fransquinha tinha um “nhenhenco - nhenhenco” de que ela não ia casar cedo. Não antes dos 25 anos. Por conta disso, ela também nunca fora do tipo namoradeira, meu avô foi seu primeiro namorado. A tia Sinhá dava apoio, mas o avô era bravo, não aceitava aconchego. Mas mesmo assim, não “impatou” nada, pois o namoro mesmo, passou então a ser às escondidas. Muitas vezes quando ele chegava, ela estava bordando, e ele ficava ali encostado na máquina... E eram nesses dias que o namoro ia melhorando... Isso quando o véi não estava em casa, porque se estava, era cada um pro seu canto. Parece até romance que já foi escrito. Até que um dia aconteceu.