domingo, 22 de janeiro de 2012

MARCAS DE BATOM NO BANHEIRO


Numa escola
de elite em SP estava ocorrendo uma situação inusitada: meninas que usavam batom, todos os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.

O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...

Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.

No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...

No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do trabalho. O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.

Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Por quê?
•Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
•Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.

•Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
•Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade.
"O saber a gente aprende com os mestres e os livros.
A sabedoria se aprende é com a vida e com os humildes".

terça-feira, 17 de maio de 2011

Professores do Municipio exigem implementação do Piso Salarial.

 
Foto: Evilásio Bezerra

“Luizianne, chegou a hora, ou paga o piso ou eu não piso na escola”. A frase de ordem marcou o protesto de professores da rede municipal de ensino, em audiência pública da Câmara Municipal de Fortaleza, realizada nesta segunda-feira, 16. A categoria exige a implementação de um piso salarial no valor de R$ 1.587 reais, respaldado pela lei 11.738/2008, declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A greve, como colocou a categoria, foi instalada após a falta de negociação por parte da Prefeitura sobre a pauta de reivindicações. Além do piso, os professores reivindicam: redução da carga horária para 40h, eleições para diretores, revisão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), 1/3 da jornada para planejamento e licença prêmio.
O líder do Executivo na Casa, vereador Ronivaldo Maia (PT), demonstrou preocupação com o impasse entre os professores e a gestão.
O vereador João Alfredo (PSOL), propositor do debate, destacou a necessidade de uma negociação com a categoria, na busca pela valorização do professor. “Vocês saem daqui (Câmara) fortalecidos”, destacou. Para João Alfredo, a situação já poderia ter sido resolvida pela Prefeitura de Fortaleza com a reabertura da mesa de negociação.
“A melhor forma de dialogar é a mesa de negociação”, colocou a presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação no Ceará (Sindiute), Gardênia Baima, que pediu o empenho da Câmara na mediação da pauta junto ao Executivo. “Nós não vamos aceitar a ausência de negociação por parte da Prefeitura. Esta categoria está aqui (Câmara) para exigir um postura”, declarou. Ela denunciou também a pressão que os professores em estágio probatório estão sofrendo nas escolas, com a ameça de demissão.
Ana Cristina Guilherme, representando a Central Única dos Trabalhadores (CUT), falou que a Prefeitura de Fortaleza age com desrespeito à Legislação, tendo em vista que o piso salarial foi conquistado pela categoria. “Está na hora da Prefeitura rever a sua política e encarar os problemas da cidade, garantindo os direitos do trabalhador e uma educação de qualidade”, apontou.
O debate contou com a participação do vereador Gerôncio Coelho (PTdoB), vice-presidente da Comissão de Educação, e do líder do governo, vereador Ronivaldo Maia (PT).

Fonte: Câmara Municipal de Fortaleza